Blitz na Hemominas busca aumentar número de doadores de medula óssea

Ação é feita por voluntários da Fundação Sara, que acolhe crianças e adolescentes com câncer

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Com o objetivo de aumentar o cadastro de doadores de medula óssea e aumentar as chances de cura para os portadores de leucemia, voluntários da Fundação Sara, que acolhe crianças e adolescentes com câncer, promovem, hoje, uma blitz na Fundação Hemominas (Al. Ezequiel Dias, 321 – Santa Efigênia). Entre 8h e 17h, os doadores de sangue serão abordados e orientados a realizar uma coleta adicional. Com esta pequena quantidade de sangue, as características genéticas do doador são identificadas e cadastradas no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME).

Apenas quando é identificada a compatibilidade com alguém que esteja na fila do transplante, o doador é chamado para que seja realizada a punção da medula no osso da bacia, o que é feito por meio de um procedimento muito simples e rápido.

O presidente da Fundação Sara, Álvaro Gaspar Costa, é enfático. “As chances de cura de cura dos portadores de leucemia aumentam na medida em que conseguimos ampliar o cadastro de doadores. Cadastrar-se como doador é a chance de salvar uma vida”, ressalta.

Sobre a Leucemia

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, no Brasil a leucemia atinge, anualmente, cerca de 8,5 mil pessoas (o risco estimado é de 5 casos novos a cada 100 mil homens e 4 a cada 100 mil mulheres).

A doença origina-se a partir da série branca do sangue. Clínica e patologicamente, subdivide-se em grandes grupos. A primeira divisão está em suas formas agudas e crônicas. A leucemia aguda se caracteriza por um aumento rápido nos números de células imaturas do sangue, o que faz com que a medula óssea seja incapaz de reproduzir células sanguíneas saudáveis. Já a forma crônica da leucemia se caracteriza pelo aumento excessivo no número de células maduras anormais da série branca do sangue, levando meses ou até anos para progredir. A segunda divisão diz respeito ao tipo de célula afetado pelas desordens, sendo assim caracterizada como do tipo linfóide ou mielóide.

* Texto da Supra Interativa

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Data da publicação 2 de novembro de 2013

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